sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Marista de coração


Lacrimejante, feliz e tristonha ao mesmo tempo. Assim desfruto de mais de um daqueles momentos em que as palavras se escondem nos corredores da minha mente, como se quisessem permanecer um pouco mais de tempo ali, ou quem sabe nunca ir embora. Desfrutar de novo cada lembrança, rever cada lugar, lembrar cada lição aprendida. Pensar que o tempo literalmente passou, outros virão, e somos hoje só uma parte do passado, um nome numa placa, um numero nos arquivos da secretaria, mas acima de qualquer coisa, parte da história. História que por mim será celebrada com enorme orgulho sempre. Deixar a escola certamente tem o mesmo sabor de deixar a própria casa, partir com o coração cheio de incertezas a rumos também incertos, a caminhos os quais nos levarão aquela palavrinha, como é mesmo o nome dela, meu Deus? Ah, lembrei! O futuro, e é nele que mora meu mais novo objetivo - além do exercício do jornalismo - a felicidade. Por fim, eu afirmo, afirmo que mesmo em tão pouco tempo, sou Marista, Marista de coração.


terça-feira, 9 de novembro de 2010

500 Visualizações



Observando as estáticas do blog, descobri que no mês anterior houveram 173 visualizações, 18 só ontem e para a minha surpresa 521 desde julho(cara, 498 do Brasil, 18 dos EUA, 3 do Canadá, 2 de Portugal). Devo confessar que isso me deixou muito feliz, é gratificante ver minhas palavrinhas – mesmo tolas, sem graça – avançarem tanto. No auge disso, uma coisa me intriga quem são meus leitores? Por esse motivo, desgastei a superfície de meus miolos, mas achei uma solução. A campanha: Arrozdoceiro, sim! Para participar, é muito simples [perdoem-me o lugar-comum, foi com quer] basta enviar para o email o arrozdocedeanaluiza@yahoo.com.br, um texto, foto, vídeo, frase, etc. com o tema: “Arroz Doce”, a coisa mais criativa que a nossa comissão, extremamente clinica(eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu e eu) encontrar ganhará além da felicidade extrema de vencer, o mérito, uma menção num desses meus artigos, uma foto minha na escola, um terreno no céu, saúde, prosperidade no amor, sorte no jogo, a divulgação do seu material aqui e ainda, tchan, tchan, tchan ...(estão ansiosos né?) uma camiseta do blog, enviada a você no conforto do seu lar. Porque é tão mais inspirador escrever em guardanapos :)

domingo, 7 de novembro de 2010

O lugar



A menina passível a tudo é mais uma vez personagem principal de nossa história. Pequena de alma, fraca de espírito, facilmente aborrecível, sim era eu! Não me lembro bem ao certo quando, acho que tinha 17 ou quase 18, acordava para ir à escola, dormia para ir à escola, instalei no meu quarto um mundo paralelo – protegido do outro mundo- só meu. Nele, papeis importantes perdidos [ou não encontrados]. Maquiagem espalhada pelos oito cantos. Mural sem fotos. Livros pelo o chão. Duas camas [eu sempre fui uma só pessoa, ou sempre achei que fui, mas gostava das duas camas ali, adorava numero par] cabos e fios por ali. Flores de tecido. Controles que não serviam para o principal: minha vida. Perfumes e cadernos disputando espaço na escrivaninha. Cadeira giratória, que me permitia centrífugar os maus pensamentos. Um minúsculo percolado que me fornecia oxigênio, um pouco de luz. Lá dentro também, alguém, que de tão incerta, prefiro não relatar.

sábado, 6 de novembro de 2010

Vaca sentimental




Nada melhor do que um dia após o outro.[ Depois da missa do pré ] Hoje percebi que o tempo é uma substancia extremante volátil. Areia fina que o vento espalha e as mãos não conseguem capturar. Às vezes, queria isso mesmo: parar o tempo, retroceder as cenas das quais hoje sinto saudade. Infelizmente, ou felizmente [ não sei ao certo ] essa tecnologia ainda não esta ao meu alcance então, criei em meio a minha memória – extensamente congestionada – uma pasta, a qual não terá as formulas de física moderna, nem o a tabela do seno, cose e tang, e sim lembranças, as mais esplêndidas e simples que tenho. O ontem, parece tão perto. Pensar nisso é como pensar que a cada dia eu me torno mais intima da morte. E, por conseguinte mais cheia de lembras. Acho que meu coração gosta disso.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Profissão: Jornalista – Parte II



Perdoem-me caros leitores, mas não posso deixar de declarar: descobri hoje que odeio 243 pessoas. Muitos não são? Quem são? (risos, risos) Meus concorrentes do vestibular! Não os odeio totalmente, não os odeio em demasia, simplesmente os odeio, sabem como é? Não sei, mais me irrita saber que muitos estão ali, literalmente – bagunçando meu sonho – fazem por fazer. Penso com isso, Deus, quantas pessoas serão jornalistas por ser? Ou ainda quando dizem amar o oficio, carregam uma presunção incomum. São essas atitudes que odeio. Acho, ainda, um pouco ridículo quer a emersão na profissão, querendo plagiar (literalmente) certos “ícones”. Para quê isso? Estamos no mesmo barco, o primeiro e quadragésimo lugar, ocuparão a mesma sala de aula, no decorrer do curso.
Por isso, a desvalorização da coisa. Acredito que o jornalismo busque novos rostos, novas formas de apresentar o conhecido, e ainda novos sotaques, vai o nordestino ai? Não quero rótulos velhos em minha embalagem, gastos, e porque não dizer, corrompidos. Desculpem-me o grosso trato, é que não tolero distorção ao amor e a vocação de noticiar.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

04:44



A noite toda a cidade para. As luzes se apagam. As pessoas se rendem a fadiga e descansam em suas camas. Comigo a coisa é diferente, não sei se me envolvo com meus pensamentos demais, mas nem sempre durmo com facilidade. Tentando amenizar conto 3.000 carneirinhos, leio, escrevo, ando pela a casa, busco água e nada do sono chegar. É eu nunca fui uma boa menina, mas ai já é o que dizem no popular – sacanagem - além da poesia não se importar com os meus apelos, o futuro não me dar resposta, o sono revigorador me abandonar é um pouco demais. Só me mandam o tédio, a inspiração [sabe que eu ate gosto dela, mas sei lá, às vezes ele me sufoca, tipo...agora!]. Prefiro nem ligar a TV, sabe-se lá o que passa por essas horas. Deitada, contemplo a visão costumeira mais de minha vida, o teto. Tenho certeza que acima de minha luminária deve existir um universo melhor, ou quem sabe ate o céu dos ratos. O computador parece meu corpo, lento, convalescido, mas a minha mente ainda se mantém tão acordada, por quê? Será a insônia da criação? Ou só uma resposta depois de tantas horas de sono durante a tarde? Não sei ao certo, aliais nem quero saber, agora num tem mais jeito mesmo. 1 carneirinho, 2 carneirinhos, 3 carneirinhos ...